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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Motorista poderá arcar com benefícios previdenciários de vítimas de acidentes


braços quebrados,elenco,ferimentos,hospitais,leitos de hospital,medicina,pacientes,pernas quebradas,pessoas,saúde,traçãoO INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) passa a investigar casos de acidentes de trânsito. Nos casos em que a vítima precise ficar afastada do trabalho por mais de 15 dias, o INSS entrará com ações regressivas na Justiça e, caso seja constatato dolo, o motorista deverá fazer o ressarcimento ao instituto dos benefícios pagos à vítima durante o afastamento.

O Ministério da Previdência Social informou, por meio da assessoria de imprensa, que a intenção é que a sociedade não seja mais responsalibizada pela má conduta de alguns cidadãos no trânsito.
Em casos como os que aconteceram em São Paulo, de o motorista trafegar na contramão sabendo que isso pode causar acidentes, se houver vítimas que ficaram afastadas do trabalho por mais de duas semanas, o INSS poderá processar o condutor.

Outras ações
Para evitar pagamentos desnecessários, o INSS passa também a direcionar as ações regressivas para os cartórios ainda nesta semana. A ideia é impedir que famílias de pessoas que já morreram continuem a receber benefícios da previdência. Neste caso, pela dificuldade de pedir ressarcimento dos familiares, o INSS entrará em ação progressiva contra os cartórios.
De acordo com a Lei 8.212/91, os cartórios têm de informar os falecimentos ocorridos no mês anterior até o dia 10 do mês vigente. São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Brasília e Porto Alegre são as capitais que recebem as primeiras ações.
Além das ações contra motoristas e os cartórios, o INSS já ajuizou 1,3 mil ações contra empresas com alto índice de acidentes de trabalho. Do total de ações, 95% tiveram procedência.

fonte: http://www.infomoney.com.br/



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Dicas para evitar ser lesado por terceiro em acidente


Em muitos acidentes de trânsito é comum que segurados sem culpa na ocorrência arquem sozinhos com o prejuízo. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados para não ser lesado quando a responsabilidade é de um terceiro.

1-Mantenha a calma para analisar a situação e depois agir. Não discuta com os outros motoristas, nem com a polícia;

2-Caso alguém tenha se machucado, providencie imediatamente seu socorro;

3-Anote dia, hora e local exato e como ocorreu acidente, assim como as placas dos veículos envolvidos, isso será necessário para o boletim de ocorrência;

4-Sinalize o local para evitar novos acidentes;

5-Mesmo se todos os ocupantes dos carros estiverem bem, procure testemunhas. Se o outro envolvido não quiser encontrar uma solução amigável para o conserto dos danos nos veículos, as testemunhas podem ser fundamentais para a resolução na Justiça;

5-Comunique imediatamente seu corretor de seguros e a Central 24 horas de atendimento da Seguradora  solicitando um guincho para levar o veículo a um local seguro.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

3 motivos para conduzir mais devagar


1.Poupar combustível ao deixar de acelerar e desacelerar contínuamente.
2.Salvar vidas. Assegure não só a sua segurança, mas as das pessoas que o rodeiam, dos ciclistas, das crianças e etc.
3.Preserve a sua sanidade mental. Troque a condução enfurecida, por uma condução relaxante e agradável – Saia de casa ou do escritório alguns minutos mais cedo e chegue sem os nervos à flor da pele. Além disso, você estará evitando acidentes e multas. 

Dicas para ajudar a conduzir sem stress:
*Quando entrar no carro, ponha para tocar as músicas que mais gosta.
*Dirija do lado direito. Mantenha-se fora do caminho dos outros motoristas e evite as buzinas neuróticas.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pesquisa sobre mudança de faixa


Uma pesquisa conduzida pelas seguradoras, descobriram que 57% dos motoristas admitiram que não usam a seta quando vão mudar de faixa. Os seus motivos são:

1. Não têm tempo (47%)

2. São preguiçosos demais para se preocupar (23%)

3. Medo de esquecer de desligá-la (17%)

4. Adiciona emoção à condução (7%)

5. Mudança constante de pista (11%)