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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Eles não estão mentindo

Nas colisões em que um carro que seguia rapidamente atinge um mais lento saindo de uma via transversal, os motoristas dos carros rápidos geralmente afirmam não terem visto o veículo vindo da direita ou da esquerda. Eles não estão mentindo, apenas não viram realmente o outro veículo, mesmo à plena luz do dia. O fenômeno que diz respeito aos motoristas do carro rápido é chamado de “Cegueira de Movimento”. É incrível mas é verdade e preocupante.
 
Os pilotos militares recebem instrução sobre cegueira de movimento durante seu treinamento porque ela ocorre em velocidades mais altas e, até certo ponto, isto é aplicável a motoristas também, especialmente aqueles de carros mais velozes. Desse modo, se você dirige, leia o que segue com atenção.
 
Os pilotos são instruídos a alternar o olhar entre varrer o horizonte e o painel de instrumentos quando em vôo, e nunca fixá-lo mais que alguns segundos num único objeto. Eles são ensinados a manter a cabeça como se ela estivesse montada numa rótula e a movimentar os olhos continuamente. Isso porque quando se está em movimento, fixar o olhar num objeto por algum tempo faz a visão periférica sumir. Essa é a razão desse fenômeno ser chamado de cegueira de movimento.
 
Para os pilotos de caça essa é a única maneira de sobreviver no ar, não apenas durante um combate aéreo, mas também sob as ameaças de tempos de paz como as colisões no ar.

Até cerca de três décadas atrás, esta técnica de “cabeça numa rótula & olhos se movimentando” era a única maneira de avistar outros aviões por perto. Hoje os pilotos contam com radares, mas a velha técnica ainda tem utilidade.
 
Veja uma pequena demonstração da cegueira de movimento: http://www.msf-usa.org/motion.html É a mesma que é usada para pilotos em treinamento na salas de aula antes mesmo que cheguem perto de um avião.

Ao observar a figura, vê-se um conjunto de cruzes azuis sobre um fundo preto. Há um ponto verde piscante no centro e três pontos amarelos fixos à volta dele. Se fixarmos o olhar no ponto verde mais que alguns segundos, os pontos amarelos desaparecerão aleatoriamente, isolados ou em pares, ou os três de uma vez. Na verdade, os pontos amarelos estão sempre lá.
 
Se estivermos dirigindo em alta velocidade numa rodovia e se fixarmos o olhar na estrada à frente, não veremos um carro, um scooter, um bugue, uma bicicleta, uma vaca ou mesmo um ser humano vindo de um lado.
 
Agora invertamos a cena. Se estivermos atravessando a estrada a pé e um carro rápido vier se aproximando, há 90% de chance que o motorista não esteja nos vendo, pois a visão periférica dele pode estar zerada. E poderemos estar naquela zona cega!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Caminhões estão envolvidos em 24% das mortes no trânsito, diz Detran-RS



Os caminhões não representam nem 5% da frota dos veículos no Rio Grande do Sul, mas estão envolvidos em 24% dos acidentes com morte. O cansaço e as longas viagens são apontados como as principais causas.

Segundo levantamento divulgado pelo Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), dos mais de 900 acidentes com morte no estado de janeiro a junho deste ano, 219 envolveram pelo menos um caminhão. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o principal motivo é a quantidade de horas do motorista ao volante. “A gente acredita que é o excesso de trabalho a que os motoristas são
submetidos. São muitas horas e muitas vezes eles ganham por produtividade”, aponta Antônio Marcos Martins Barbosa, chefe de Policiamento e Fiscalização da PRF.


O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Setcergs) diz que os motoristas têm responsabilidade, mas atribui o alto número de acidentes às condições das estradas gaúchas. “Nós atribuímos que grande parte disso se deve à falta de infraestrutura que nós temos nas nossas rodovias, essencialmente à falta de duplicação das estradas”, avalia o vice-presidente Frank Woodhead. “A responsabilidade é individual, é pessoal, é intransferível do condutor do
veículo, no que tange à velocidade, aos cuidados prevencionistas”, contesta Ildo Mário Szinvelski, diretor técnico do Detran-RS.

O que poderia ajudar a diminuir o número de acidentes é o cumprimento da lei federal que entrou em vigor em junho e regulamenta a profissão dos transportadores. A legislação prevê uma pausa a cada quatro horas de viagem, intervalo para refeições e descanso diário de 11 horas por dia.
A fiscalização começa em setembro, mas grande parte dos caminhoneiros acredita que não será possível cumprir as exigências. “O Brasil começou a ter um aperto no tempo de entrega nas peças, que é impossível de cumprir se não viajar 24 horas”, Paulo Roberto Barck, presidente do Sindicato dos Empregados em Transporte Rodoviário de Cargas no RS.
No final de julho, a categoria fez protestos contra a nova lei, que, segundo o diretor do Detran, ainda precisa de ajustes. “É necessária a adequação da norma federal com locais de descanso adequados, para que ele possa colocar o seu caminhão e descansar”, pondera Ildo Mário Szinvelski.

No estado, 85% das cargas são transportadas pelas rodovias. No Brasil, o índice é de 68%.

Fonte: Globo.com

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Motos com air bag


Enquanto o poder público ignora as estatísticas de acidentes de trânsito envolvendo motociclistas – que só em São Paulo apontam a morte de pelo menos 1,4 ocupante de moto por dia –, as empresas se antecipam e trazem ao mercado equipamentos de segurança cada vez mais sofisticados. O mais novo deles é a jaqueta com air bag, que há 17 anos vem sendo usada com sucesso no Japão, tornando-se item obrigatório de proteção nas polícias japonesa e francesa.
    O air bag chegou ao Brasil em janeiro, trazido com exclusividade pela Denko. Mas, por enquanto, só está à venda em São Paulo, no Shopping Moto & Aventura (na Alameda Barão de Limeira, 71), e na cidade catarinense de Chapecó.
    A jaqueta vem com um cabo expiral que é conectado ao chassi da moto – à exemplo do jet-ski – e tem um tubo de CO² acoplado em um bolso interno . Em caso de queda, ao sofrer um impulso entre 25 e 30 quilos, o sistema é acionado e inflado em 0,25 segundos (literalmente em um piscar de olhos).
    O equipamento tem air bag na frente, nas costas, no pescoço e nas laterais. Segundo Milton Nakamura, executivo da Mugen Denko do Brasil, ele protege do efeito chicote do corpo, que faz rodar ou arrasta a pessoa, e de impactos, principalmente em coluna e bacia.
    Causa Própria
    Nakamura conta que o engenheiro elétrico Kenji Takeuchi, criador do projeto no Japão, desenvolveu o air bag após um período de luto em razão da morte de um ente querido em acidente de moto.
    A jaqueta custa R$ 2.488 e o cilindro de gás carbônico que a acompanha – e é trocado – mais R$ 73. Nakamura lamenta que, infelizmente, por causa do preço, poucos motociclistas podem ter acesso ao equipamento que poderia evitar tantas mortes. ''Apenas de impostos pagamos 82% do valor'', diz.
    Segundo a gerente da loja Denko, Alice Okawa, até agora mães, mulheres e namoradas de motoqueiros têm sido as principais interessadas na compra do equipamento, que tem três versões diferentes.

    Motociclista é habilitado longe da realidade do trânsito

    Um dos fatores que ajudam a engrossar as estatísticas de acidentes de moto, na opinião de José Eduardo Gonçalves, diretor da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), é a falta de instrutores altamente qualificados para treinar pilotos em direção defensiva.
    ''As moto escolas dão as condições necessárias para o piloto se habitar. Apenas isso. O perfil delas é semelhante ao de cursinhos de vestibular, que se limitam ao básico com vistas ao sucesso do aluno na provas'', diz.
    A Abraciclo, afirma Gonçalves, defende a realização de exames práticos também nas vias de trânsito intenso. ''Hoje as provas são feitas apenas em circuito fechado e o motociclista não é colocado em contato com a realidade do trânsito, com vias esburacadas, bueiros abertos e outros obstáculos'', comenta.

    Segundo um levantamento feito pelo Instituto de Ortopedia e traumatologia do Hospital das Clínicas com 255 pacientes acidentados com motocicleta, 67% utilizavam a moto apenas como meio de transporte e não como ferramenta de trabalho.

    Isso significa que não são os motoboys as principais vítimas do trânsito, mas as pessoas que usam o veículo esporadicamente.
    A partir do segundo semestre, a Companhia de Engenharia de Tráfego, em parceria com o HC e a Abraciclo, vai realizar, pela primeira vez, estudo das  causas reais dos acidentes de moto.
    Especialistas em trânsito defendem a adoção de medidas de impacto para conscientizar a todos, motoristas e pilotos, da necessidade de respeito na direção.

Fonte: Rede Bom Dia

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Chuva dobra o número de acidentes


De acordo com dados da EPTC, o crescimento dos casos é de 90%


Em dias de chuva, aumenta o número de carros particulares circulando nas ruas e avenidas da Capital. E de acidentes também. A pista molhada, o excesso de buracos e a imprudência dos motoristas são decisivos para ocorrência de colisões, a maioria delas apenas com danos materiais.
Segundo a EPTC, o crescimento é de até 90%, comparado a um dia de tempo seco.
No dia 5, por exemplo, a EPTC registrou 28 acidentes no período da manhã. Em dias de tempo seco, a média é de 15 colisões. Um acidente na hora do pico numa avenida de fluxo intenso, como a Ipiranga, pode paralisar boa parte da cidade.
● Visibilidade diminui
O gerente da Central de Controle e Monitoramento da Mobilidade da EPTC, Tarciso Kasper, acrescenta outros motivos para a incidência de batidas e atropelamentos por falta de atenção ou imperícia do condutor: a visibilidade do motorista diminui, os espelhos retrovisores ficam embaçados e nem todos os carros têm o desembaçador de vidro traseiro.
– Além disto, alguns motoristas querem dirigir da mesma maneira quem em um dia de tempo seco – critica Tarciso.
● Distância deve aumentar
Segundo o gerente, a distância mínima de segurança entre os carros deveria passar de dez metros, em dias normais, para 30 metros, em dias de chuva. Tarciso lembra que, em alguns casos, o artigo 176 do Código de Trânsito Brasileiro assegura aos condutores envolvidos no acidente o poder de retirar o veículo da via.
Mas, na maioria das vezes, eles preferem aguardar a presença dos agentes de trânsito ou da Brigada Militar, causando um transtorno maior.
– Se uma das três faixas da Avenida Ipiranga, no sentido bairro- Centro, for bloqueada na hora do pico causará um grande congestionamento, trancará cruzamentos e o acesso por ruas laterais, além de provocar outros pequenos acidentes – conclui Tarciso.
COMPARE: Em 5 de agosto, dia da chuvarada
● A EPTC registrou 82 acidentes ( 66 com danos materiais, 14 com vítimas com ferimentos leves e dois atropelamentos)
● Somente das 6h ao meiodia, foram 28 colisões. Em dias de tempo seco, o número de batidas varia de 15 a, no máximo, 20.
Fonte: Zero Hora 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Motorista poderá arcar com benefícios previdenciários de vítimas de acidentes


braços quebrados,elenco,ferimentos,hospitais,leitos de hospital,medicina,pacientes,pernas quebradas,pessoas,saúde,traçãoO INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) passa a investigar casos de acidentes de trânsito. Nos casos em que a vítima precise ficar afastada do trabalho por mais de 15 dias, o INSS entrará com ações regressivas na Justiça e, caso seja constatato dolo, o motorista deverá fazer o ressarcimento ao instituto dos benefícios pagos à vítima durante o afastamento.

O Ministério da Previdência Social informou, por meio da assessoria de imprensa, que a intenção é que a sociedade não seja mais responsalibizada pela má conduta de alguns cidadãos no trânsito.
Em casos como os que aconteceram em São Paulo, de o motorista trafegar na contramão sabendo que isso pode causar acidentes, se houver vítimas que ficaram afastadas do trabalho por mais de duas semanas, o INSS poderá processar o condutor.

Outras ações
Para evitar pagamentos desnecessários, o INSS passa também a direcionar as ações regressivas para os cartórios ainda nesta semana. A ideia é impedir que famílias de pessoas que já morreram continuem a receber benefícios da previdência. Neste caso, pela dificuldade de pedir ressarcimento dos familiares, o INSS entrará em ação progressiva contra os cartórios.
De acordo com a Lei 8.212/91, os cartórios têm de informar os falecimentos ocorridos no mês anterior até o dia 10 do mês vigente. São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Brasília e Porto Alegre são as capitais que recebem as primeiras ações.
Além das ações contra motoristas e os cartórios, o INSS já ajuizou 1,3 mil ações contra empresas com alto índice de acidentes de trabalho. Do total de ações, 95% tiveram procedência.

fonte: http://www.infomoney.com.br/



sexta-feira, 4 de março de 2011

Acidentes com motos


Todas as vezes que houver um acidente de trânsito, cujo terceiro for um motoqueiro, é prudente fazer um BO (boletim de ocorrência).
Circula na Internet relatos de acidentes em que o motoqueiro culpado tenta fazer um acordo no local, esse diz que está bem e que não quer socorro médico.Só que, depois, ele vai a um distrito policial, registra o BO e alega que o veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando, na justiça, dias parados, conserto da moto, etc ...Na maioria dos casos relatados, as testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros.
Em um desses, a pessoa envolvida foi até a delegacia registrar BO e, eis que, quando chega à delegacia, lá estavam os tais amigos do motoqueiro tentando registrar BO de ausência de socorro.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O que fazer em caso de acidente de carro (continuação)



1- Comunique seu corretor.

2-Chame a central 24 horas de atendimento da seguradora, solicitando um guincho para remover o veículo.

3- Caso o acidente envolva terceiros, informe ao seu corretor o nome do outro motorista, telefone, marca e modelo do carro.

4- Anote dia, hora, local e as condições em que ocorreu o acidente.

5- Não autorize o conserto antes da liberação da seguradora, que só depois de fazer uma avaliação do veículo o liberará para reparo.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O que fazer e o que não fazer em um acidente de carro


1- Para não correr o risco de agravar a situação, jamais mexa nas vitimas, a menos que seja médico ou tenha preparação técnica para realizar os procedimentos de primeiros-socorros.
2- Apenas em situações de incêndio deve-se tentar retirar uma pessoa do carro. Caso contrário, não faça nada.
3- Se o acidente envolver um motociclista, não remova de maneira nenhuma seu capacete. Tente manter a vítima imóvel.
4- Cubra a vítima com algum material que esteja disponível, sempre tomando cuidado com suas possíveis lesões.
5- Mantenha diálogo com a pessoa ferida para acalmá-la.
6- Observe seus sinais vitais e, se possível, vá passando as informações por telefone à polícia (190) ou à equipe de resgate (192).

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Assaltantes estão de olho nas cadeirinhas!


Em São Paulo, a polícia já prendeu pessoas tentando roubar cadeirinhas de carros, da mesma forma que tentam se apropriar indevidamente de aparelhos de som ou outros objetos deixados no interior dos veículos. É importante que as pessoas que têm o dispositivo instalado no carro fiquem atentas.

As principais dicas para evitar roubos são: 
1-“Não deixar o carro em lugares escuros e isolados.
2-Colocar a cadeirinha no porta-malas durante o período de estacionamento.
                               3-Deixar o acessório em casa quando as crianças não forem ser transportadas”.



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