Este é mais um canal de comunicação entre a Maury Lobato e seus amigos, clientes e parceiros.
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Motos com air bag
Enquanto o poder público ignora as estatísticas de acidentes de trânsito envolvendo motociclistas – que só em São Paulo apontam a morte de pelo menos 1,4 ocupante de moto por dia –, as empresas se antecipam e trazem ao mercado equipamentos de segurança cada vez mais sofisticados. O mais novo deles é a jaqueta com air bag, que há 17 anos vem sendo usada com sucesso no Japão, tornando-se item obrigatório de proteção nas polícias japonesa e francesa.
O air bag chegou ao Brasil em janeiro, trazido com exclusividade pela Denko. Mas, por enquanto, só está à venda em São Paulo, no Shopping Moto & Aventura (na Alameda Barão de Limeira, 71), e na cidade catarinense de Chapecó.
A jaqueta vem com um cabo expiral que é conectado ao chassi da moto – à exemplo do jet-ski – e tem um tubo de CO² acoplado em um bolso interno . Em caso de queda, ao sofrer um impulso entre 25 e 30 quilos, o sistema é acionado e inflado em 0,25 segundos (literalmente em um piscar de olhos).
O equipamento tem air bag na frente, nas costas, no pescoço e nas laterais. Segundo Milton Nakamura, executivo da Mugen Denko do Brasil, ele protege do efeito chicote do corpo, que faz rodar ou arrasta a pessoa, e de impactos, principalmente em coluna e bacia.
Causa Própria
Nakamura conta que o engenheiro elétrico Kenji Takeuchi, criador do projeto no Japão, desenvolveu o air bag após um período de luto em razão da morte de um ente querido em acidente de moto.
A jaqueta custa R$ 2.488 e o cilindro de gás carbônico que a acompanha – e é trocado – mais R$ 73. Nakamura lamenta que, infelizmente, por causa do preço, poucos motociclistas podem ter acesso ao equipamento que poderia evitar tantas mortes. ''Apenas de impostos pagamos 82% do valor'', diz.
Segundo a gerente da loja Denko, Alice Okawa, até agora mães, mulheres e namoradas de motoqueiros têm sido as principais interessadas na compra do equipamento, que tem três versões diferentes.
Motociclista é habilitado longe da realidade do trânsito
Um dos fatores que ajudam a engrossar as estatísticas de acidentes de moto, na opinião de José Eduardo Gonçalves, diretor da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), é a falta de instrutores altamente qualificados para treinar pilotos em direção defensiva.
''As moto escolas dão as condições necessárias para o piloto se habitar. Apenas isso. O perfil delas é semelhante ao de cursinhos de vestibular, que se limitam ao básico com vistas ao sucesso do aluno na provas'', diz.
A Abraciclo, afirma Gonçalves, defende a realização de exames práticos também nas vias de trânsito intenso. ''Hoje as provas são feitas apenas em circuito fechado e o motociclista não é colocado em contato com a realidade do trânsito, com vias esburacadas, bueiros abertos e outros obstáculos'', comenta.
Segundo um levantamento feito pelo Instituto de Ortopedia e traumatologia do Hospital das Clínicas com 255 pacientes acidentados com motocicleta, 67% utilizavam a moto apenas como meio de transporte e não como ferramenta de trabalho.
Isso significa que não são os motoboys as principais vítimas do trânsito, mas as pessoas que usam o veículo esporadicamente.
A partir do segundo semestre, a Companhia de Engenharia de Tráfego, em parceria com o HC e a Abraciclo, vai realizar, pela primeira vez, estudo das causas reais dos acidentes de moto.
Especialistas em trânsito defendem a adoção de medidas de impacto para conscientizar a todos, motoristas e pilotos, da necessidade de respeito na direção.
Fonte: Rede Bom Dia
terça-feira, 5 de junho de 2012
O novo mercado consumidor de seguros auto
Entre 2008 e 2011, o consumo do serviço cresceu 40%, tornando esta parcela da sociedade a maior consumidora de seguros automotivos, de acordo com o levantamento realizado pela Experian Marketing Services.
Por dentro da classe C
De acordo com a classificação do Mosaic Brasil, feita pela Experian, o principal grupo da classe C a consumir seguros automotivos foi o de Aspirantes Sociais, responsável por 22,5% dos seguros realizadosem 2011. Este subgrupo é formado com idade média de 41 anos e com renda média mensal de R$ 1.620,00.
Em relação ao consumo de seguros para automóveis entre 2008 e 2011 pelo grupo Periferia Jovem, formada por pessoas com renda mensal de R$ 950 e idade média de 32 anos. O consumo deste grupo passou de 4,1% para 9,8% em três anos.
Outro perfil avaliado é o Brasil Rural, que representam 16,05% do total da população brasileira com idade média de 42 anos e renda média mensal de R$ 960. O grupo era responsável por 4% dos seguros auto no País em 2008, percentual que subiu para 9% em 2011.
Os menores percentuais observados pela pesquisa foram entre os grupos Envelhecendo no Interior (1,3%) e Aposentadoria Tranquila (2,2%).
“O novo mercado consumidor de seguros auto, composto por grupos em ascensão social, passa a ser o foco das empresas, que agora buscam melhorar a comunicação e interação com essa população. Nesse novo relacionamento que se estabelece, há uma ampla possibilidade de diversificação de ofertas segmentadas. Assim, entender que é este novo público é fundamental para o crescimento dos negócios das seguradoras”, afirma o presidente de Marketing Services da Serasa Experian e Experian América Latina, Juliano Marcílio.
Ricos, mas com menor participação
Entre as classes mais altas, no período de três anos, houve queda no percentual de participação delas.
Os Ricos, Sofisticados e Influentes tiveram sua participação nos seguros de automóveis reduzida de 15,1% para 7,9% entre 2008 e 2011, enquanto os Prósperos Moradores Urbanos tiveram queda de 22,8% para 15,1%. Já entre os Empreendedores e Comerciantes, a queda foi de 16,2% para 14,1%.
Segundo o estudo, estes segmentos de renda mais elevada da sociedade, que historicamente tiveram quase que exclusivo das seguradoras, passaram a disputar a atenção das empresas com o novo mercado consumidor.
Fonte: Infomoney
segunda-feira, 4 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Fazer ‘cara de paisagem’ evita brigas no trânsito, dizem especialistas
“Faça cara de paisagem [ao ser provocado]”, recomenda o especialista em segurança, coronel José Vicente da Silva Filho para evitar brigas no trânsito. Segundo ele, uma simples briga em meio a um congestionamento pode acabar numa agressão física grave ou até mesmo em morte, caso uma das partes esteja armada. “A gente nunca sabe quem é o outro indivíduo e as coisas sempre evoluem para o pior”, diz. Para Jorge Lordello, especialista em segurança e delegado de polícia licenciado, as pessoas devem pensar que na maioria das vezes o problema é causado sem intenção, por descuido ou imprudência do outro motorista. “Uma fechada pode ser um erro no trânsito e não algo feito para prejudicar”, afirma. Lordello indica ao motorista que jamais acelere o carro para provocar ou tirar satisfação de alguém que supostamente o afetou. “Se a pessoa vai atrás de você, feche o vidro e siga em frente, não dê atenção”, recomenda. “[O problema é que] as pessoas se sentem proprietárias do espaço que estão ocupando no trânsito”, diagnostica o porta-voz do Comando de Policiamento da Capital, tenente Emerson Massera. Ele já atuou em casos de brigas no trânsito, inclusive numa ocorrida no mês passado em frente ao quartel onde trabalha e que foi registrada por um fotógrafo do Jornal da Tarde. Masserra recomenda aos motoristas que cometem algum erro no trânsito, que peçam desculpas ao serem ofendidos pela pessoa prejudicada. “Quando um xinga e o outro pede desculpa, o que xingou se sente mal”, diz. De acordo com o tenente, em geral, as pessoas que se envolvem nesse tipo de ocorrência estão sob estresse e acabam se alterando nestes momentos, mas na maioria dos casos não são pessoas agressivas. O G1tentou entrevistar os dois homens envolvidos na briga registrada pelo fotógrafo, mas nenhum deles quis falar sobre o assunto. Segundo o tenente, caso a polícia não houvesse intercedido, o rapaz de branco poderia ter ferimentos graves. Os especialistas são unânimes em afirmar que a buzina também é motivo de confusão no trânsito, pois as pessoas costumam usar o dispositivo para apressar motoristas e pedestres ou até mesmo para provocar o outro. “Ela funciona como se fosse um palavrão e pode provocar a ira dos outros. Buzina só deve ser usada para evitar situação de perigo no trânsito. Ela não resolve nada quando o trânsito está parado”, diz Lordello.
Acidentes
No caso de acidentes de trânsito, os nervos ficam mais aflorados e a possibilidade de haver discussões é maior. Para evitar isso, o motorista deve manter a calma e tentar tranqüilizar o outro, caso ele esteja nervoso, aconselham pessoas do setor. Segundo os especialistas, o ideal é que as pessoas envolvidas troquem telefone, registrem a ocorrência e deixem para discutir às questões burocráticas referentes à batida no dia seguinte, quando o nervosismo do momento da colisão já tiver passado. Quando ocorre de um dos envolvidos fugir do local, o melhor é não ir atrás. “Nunca se deve perseguir o outro. Você não conhece aquela pessoa, não sabe se ela está armado”, recomenda o coronel Silva Filho. o ideal é anotar tudo o que for possível sobre o outro carro, por exemplo placa, cor modelo e depois ir até uma delegacia registrar a ocorrência. “Depois você pode cobrar o prejuízo no juizado de pequenas causas”, explica. Quem tem seguro anote tudo e depois ligue para seu corretor!!!Fonte: G1sexta-feira, 18 de maio de 2012
PM separa 70 brigas de trânsito por dia
Todos os dias, segundo a Polícia Militar, entre os 35 mil chamados há, em média, 70 para atendimentos de brigas de trânsito na capital paulista. Uma média de um chamado a cada 20 minutos.
Parte dos desentendimentos e das agressões ocorre após pequenos acidentes, sem vítimas. Outra parte, porém, segundo a PM, é fruto da disputa entre motoristas por espaços das ruas e avenidas da capital, cada vez mais entupidas de veículos.
Para a psicóloga Liliana Seger, parte dos motoristas não tolera ter sua frente "roubada" numa fila e vê essa ação até como um deboche. "Ele entende: 'eu sou esperto e você é bobão'."
Para o gerente de produto Breno Lopes, 31, foi um sentimento assim que o fez instalar uma buzina náutica no veículo e a andar com uma lanterna comprida, que também servia de cassetete, no banco de trás por um tempo.
"Eu não gosto de gente espertona, de Gersons", disse ele que não chegou a brigar fisicamente, mas já foi ameaçado por motorista armado.
Dos desentendimentos, explica o capitão, mais de 50% envolve motociclistas.
O motorista Josias de Oliveira, 39, está nessa lista. No início do ano, conta, estava em um semáforo quando, de repente, um motoqueiro chutou a porta do seu carro.
"Eu abaixei o vidro e perguntei se ele estava maluco. Ele disse: 'É isso mesmo, João'. Eu parti para cima dele. Quando vi, tinha uns 15 motoboys e umas 50 pessoas me olhando", diz Josias, que se desvencilhou da situação com a ajuda de um motoboy.
fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Planos de saúde serão obrigados a fornecer número do Cartão SUS a seus clientes
Os clientes de planos de saúde também vão ter o Cartão Nacional de Saúde, utilizado para monitorar o histórico de quem passa pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso será feito com a inclusão do número do SUS na carteira do plano de saúde. Com a inclusão, vai ficar mais fácil para o governo federal cobrar as despesas do SUS com atendimentos de segurados de planos privados.
Uma triagem do Ministério da Saúde identificou que cerca de 30 milhões de clientes de planos de saúde têm um número no SUS. As informações serão repassadas à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que montará um cronograma com as operadoras para a inclusão desse número na carteira de seu plano de saúde. A partir de junho, os planos serão obrigados a fornecer o número aos seus clientes.
“Vai ser mais rápido pegar informação [sobre o histórico clínico do paciente] e o ressarcimento com o plano de saúde”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após participar hoje (8) de audiência pública na Câmara dos Deputados.
Padilha esclareceu que o usuário não precisa buscar uma unidade pública de saúde para conseguir o cartão do SUS, que será fornecido pelas operadoras. Mesmo sem o documento, o atendimento na rede pública será garantido aos clientes de planos privados. Não existe prazo para que todos os clientes de planos, que somam mais de 47 milhões de pessoas, tenham o documento.
Desde março, os hospitais e clínicas que atendem pela rede pública são obrigados a registrar o número do cartão SUS dos pacientes nos formulários de atendimentos considerados complexos, como internação, sessão de quimioterapia, hemodiálise e transplantes.
Em 2011, o ressarcimento de planos de saúde ao SUS bateu recorde, com marca de R$ 82, 8 milhões, cinco vezes maior em comparação à arrecadação do ano anterior, de R$ 15,4 milhões. O ministro atribuiu o aumento a uma nova metodologia que possibilita checar com precisão os atendimentos a clientes de planos privados no sistema público de saúde.
Data: 09.05.2012 - Fonte: Agência Brasil
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Diferenças entre o homem e a mulher na direção veicular
Não só as diferenças físicas entre o sexo masculino e feminino justificam o desequilíbrio comportamental. O metabolismo, a agilidade, os atos impensados, a pressa, a orientação espacial, a necessidade de impor condições, de se julgar o dono do mundo são alguns fatores que dissocia o comportamento do homem e da mulher.
Diferenças comportamentais do universo masculino e feminino fizeram com que pesquisadores da University of Virginia atrelassem o fato a condições genéticas e a ação dos estrogênios.
O hemisfério direito do cérebro é emotivo e o esquerdo analítico. Na mulher parece haver uma conexão maior entre esses hemisférios daí talvez atitudes mais seguras, mais bem direcionadas, melhor analisadas.
O cérebro masculino é cerca de 10% maior que o feminino o que não significa melhor desempenho intelectual já que os testes de QI (Coeficiente de Inteligência) são semelhantes.
Os homens são mais rápidos no raciocínio matemático e espacial enquanto as mulheres são melhores com as palavras, com as relações humanas. Não temos dúvida que isso é uma verdade.
Julgamos o homem mais genérico, pouco analítico e pouco emotivo nas atitudes e execução de tarefas. Já as mulheres mais analíticas, detalhistas e emotivas executando tarefas com prévio planejamento e segurança.
Na direção veicular vemos esse comportamento presente. O homem ativo, austero, exigente, dominador, agressivo, imediatista, irritado enquanto a mulher passiva, cautelosa, paciente, tranqüila.
A agilidade, a pressa, muitas vezes a compulsão para velocidade são fatores presentes no universo masculino. Daí podermos entender que o homem na direção veicular tem todos os componentes para a sinistralidade. Observe que os acidentes são de médio a graves, quase sempre com vítimas. Já com as mulheres temos mais freqüentemente os acidentes leves, sem vítimas, com pequenos danos materiais.
Quem seria o melhor motorista? O homem ou a mulher?
Não tenho dúvida em afirmar que a mulher desenvolve essa atividade com melhor habilidade e qualidade que o homem. Afirmo isso tendo em vista a grande sintonia entre o hemisfério cerebral que é analítico e o que é emotivo, daí existir contenções para execução de tarefa com risco. Ela é portadora de todo o perfil ideal para execução dessa tarefa. Basta vermos os dados estatísticos de acidentes de trânsito que vamos concluir que a mulher é dotada de características próprias para enfrentar a direção veicular e o trânsito.
É ela que mais respeita a sinalização, raramente comete ato inseguro e se sai muito bem diante de condição insegura.
Já o homem, de raciocínio rápido e com boa orientação espacial é capaz de exageros com relação à agilidade, o respeito à sinalização, torna-se mais competitivo, detém uma direção ofensiva e chega ao acidente de média e grande proporção com muito mais facilidade.
A mulher, pelo que apresentamos é realmente mais lenta com relação à orientação espacial, mas isso não desvaloriza a seguridade que ela porta e por isso a caracterizo como uma excelente operadora de máquina sobre rodas.
Principais diferenças:
texto:
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET.
O hemisfério direito do cérebro é emotivo e o esquerdo analítico. Na mulher parece haver uma conexão maior entre esses hemisférios daí talvez atitudes mais seguras, mais bem direcionadas, melhor analisadas.
O cérebro masculino é cerca de 10% maior que o feminino o que não significa melhor desempenho intelectual já que os testes de QI (Coeficiente de Inteligência) são semelhantes.
Os homens são mais rápidos no raciocínio matemático e espacial enquanto as mulheres são melhores com as palavras, com as relações humanas. Não temos dúvida que isso é uma verdade.
Julgamos o homem mais genérico, pouco analítico e pouco emotivo nas atitudes e execução de tarefas. Já as mulheres mais analíticas, detalhistas e emotivas executando tarefas com prévio planejamento e segurança.
Na direção veicular vemos esse comportamento presente. O homem ativo, austero, exigente, dominador, agressivo, imediatista, irritado enquanto a mulher passiva, cautelosa, paciente, tranqüila.
A agilidade, a pressa, muitas vezes a compulsão para velocidade são fatores presentes no universo masculino. Daí podermos entender que o homem na direção veicular tem todos os componentes para a sinistralidade. Observe que os acidentes são de médio a graves, quase sempre com vítimas. Já com as mulheres temos mais freqüentemente os acidentes leves, sem vítimas, com pequenos danos materiais.
Quem seria o melhor motorista? O homem ou a mulher?
Não tenho dúvida em afirmar que a mulher desenvolve essa atividade com melhor habilidade e qualidade que o homem. Afirmo isso tendo em vista a grande sintonia entre o hemisfério cerebral que é analítico e o que é emotivo, daí existir contenções para execução de tarefa com risco. Ela é portadora de todo o perfil ideal para execução dessa tarefa. Basta vermos os dados estatísticos de acidentes de trânsito que vamos concluir que a mulher é dotada de características próprias para enfrentar a direção veicular e o trânsito.
É ela que mais respeita a sinalização, raramente comete ato inseguro e se sai muito bem diante de condição insegura.
Já o homem, de raciocínio rápido e com boa orientação espacial é capaz de exageros com relação à agilidade, o respeito à sinalização, torna-se mais competitivo, detém uma direção ofensiva e chega ao acidente de média e grande proporção com muito mais facilidade.
A mulher, pelo que apresentamos é realmente mais lenta com relação à orientação espacial, mas isso não desvaloriza a seguridade que ela porta e por isso a caracterizo como uma excelente operadora de máquina sobre rodas.
Principais diferenças:
texto:
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O Motorista Diabético
A avaliação dos condutores portadores de diabetes, em especial os usários de insulina, merece atenção especial do médico acompanhante e principalmente do médico perito examinador, pois essas pessoas presentam maior prevalência de algumas doenças que podem colocar em risco a direção veicular.
Vejam os exemplos de algumas doenças associadas ao diabetes que colocam estes condutores em risco:
- Retinopatia diabética: uma das principais causas de perda da visão.
- Neuropatia diabética: provoca alterações motoras e de sensibilidade nos membros inferiores.
- Doença arterial coronariana e cérebrovascular (derrames e infartos).
- Hipoglicemia: é o evento de maior risco para a segurança do tráfego, principalmente nos usuários de insulina. A possibilidade de hipoglicemia deve ser sempre considerada e prevenida.
A hipoglicemia provoca sintomas como taquicardia, tremores, aumento da agressividade, sudorese, náuseas, tonturas, falhas de atenção, diplopia (visão dupla), inquietação, incoordenação motora, desorientação, desmaios, convulsões, coma e pode chegar ao óbito.
A possibilidade de ocorrência de hipoglicemia em motoristas diabéticos usuários de insulina já foi relatada e documentada em vários estudos.
É importante que os condutores portadores de Diabetes reconheçam os sintomas citados acima e parem o veículo em um local seguro na primeira oportunidade.
Algumas recomendações para o motorista diabético:
- Evitar dirigir alguns dias após as mudanças das doses de medicamentos ou insulina.
- Submeter-se a exames oftalmológicos anualmente. É inclusive exigência do CONTRAN uma avaliação recente de exame de fundo de olho para inscrição inicial ou renovação da carteira de habilitação.
- Conservar permanentemente porções de açúcar em local de fácil acesso no veículo. Isso ajuda a reverter os sintomas de hipoglicemia, logo que sejam reconhecidos.
- Afastar da condução veicular quando for portador de doenças vasculares ou neurológicas graves ou irreversíveis.
-Enfim, siga sempre as orientações do seu médico assistente clínico ou endocrinologista e siga rigososamente o tratamento, o que vai aumentar muito a segurança para dirigir.
- Retinopatia diabética: uma das principais causas de perda da visão.
- Neuropatia diabética: provoca alterações motoras e de sensibilidade nos membros inferiores.
- Doença arterial coronariana e cérebrovascular (derrames e infartos).
- Hipoglicemia: é o evento de maior risco para a segurança do tráfego, principalmente nos usuários de insulina. A possibilidade de hipoglicemia deve ser sempre considerada e prevenida.
A hipoglicemia provoca sintomas como taquicardia, tremores, aumento da agressividade, sudorese, náuseas, tonturas, falhas de atenção, diplopia (visão dupla), inquietação, incoordenação motora, desorientação, desmaios, convulsões, coma e pode chegar ao óbito.
A possibilidade de ocorrência de hipoglicemia em motoristas diabéticos usuários de insulina já foi relatada e documentada em vários estudos.
É importante que os condutores portadores de Diabetes reconheçam os sintomas citados acima e parem o veículo em um local seguro na primeira oportunidade.
Algumas recomendações para o motorista diabético:
- Evitar dirigir alguns dias após as mudanças das doses de medicamentos ou insulina.
- Submeter-se a exames oftalmológicos anualmente. É inclusive exigência do CONTRAN uma avaliação recente de exame de fundo de olho para inscrição inicial ou renovação da carteira de habilitação.
- Conservar permanentemente porções de açúcar em local de fácil acesso no veículo. Isso ajuda a reverter os sintomas de hipoglicemia, logo que sejam reconhecidos.
- Afastar da condução veicular quando for portador de doenças vasculares ou neurológicas graves ou irreversíveis.
-Enfim, siga sempre as orientações do seu médico assistente clínico ou endocrinologista e siga rigososamente o tratamento, o que vai aumentar muito a segurança para dirigir.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Orientações para não ficar sem seguro em enchentes

Durante os meses de verão, milhares de brasileiros sofrem com os prejuízos causados pelas enchentes. Os problemas são diversos, e entre eles está a perda parcial ou total de bens, como o automóvel da família.
Neste caso, quem tem o veículo segurado pode se sentir mais protegido, caso venha ter o carro atingindo pelas águas. Contudo, alertam especialistas, é preciso seguir exatamente as orientações da seguradora para não correr o risco de ficar sem cobertura.
“Nem todo mundo que tem um seguro de automóvel tem o veículo protegido de danos causados por enchentes, somente quem tem a chamada cobertura compreensiva. Além disso, é importante que as pessoas sigam exatamente as orientações da seguradora para não agravar o prejuízo, caso contrário, podem perder a cobertura”.
De acordo com a Pro Teste – Associação de Consumidores, é aconselhável, por exemplo, que motoristas atingidos por enchentes dispensem os serviços de guinchos particulares e aguardem o envio do guincho credenciado pela seguradora, se este for o caso. Além disso, não é prudente ligar o veículo até que a seguradora oriente a fazê-lo.
Feito o resgate, o veículo será levado a uma oficina credenciada para vistoria e apuração dos danos e se os prejuízos somarem mais de 75% do valor do automóvel, geralmente, as seguradoras consideram perda total.
Se houver conserto, orienta a Pro Teste, o consumidor deve exigir o orçamento com a relação de todos os itens que serão trocados, bem como o prazo de devolução do carro, conforme descrito no artigo 40 do CDC (Código de Defesa do Consumidor).
Vale lembrar que, como em qualquer sinistro, o proprietário do carro deve arcar com o valor da franquia, que, por sua vez, não pode ser cobrada novamente se o veículo retornar à oficina em razão de novos defeitos por conta do ocorrido.
Conforme publicado pelo CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros), a Susep (Superintendência de Seguros Privados) orienta ao consumidor que verifique, na hora de contratar o seguro, se o risco de alagamentos e enchentes é coberto ou excluído pela seguradora que está contratando, já que a legislação não determina quais coberturas devem fazer parte de um contrato de seguro.
No mais, o segurado deve ficar atento com as coberturas denominadas como fenômenos naturais, pois cada seguradora tem critério específico para selecionar o que entende como fenômeno natural.
Fonte: InfoMoney
terça-feira, 13 de março de 2012
Check up residencial
Verificações básicas de um Check up residencial:
- Revisão da instalação elétrica;
- Ajustes e reparos no quadro de distribuição elétrica;
- Troca de lâmpadas, tomadas e interruptores;
- Limpeza do ralo e do copo inferior dos sifões das cozinhas e banheiros;
- Verificação de possíveis vazamentos hidráulicos;
- Limpeza de caixa d’água;
- Verificação de rejuntes e vedação em áreas molhadas (banheiros e bancadas);
- Manutenção e limpeza de torneiras, registros e chuveiro (Limpar arejadores e crivo dos chuveiros para evitar entupimento nos furos);
- Verificação de válvulas de descarga das bacias sanitárias. Regular caso esteja demorando para fechar, desperdiçando água;
- Pintura dos tetos dos banheiros;
- Lubrificação de fechaduras e dobradiças;
- Limpeza de calhas e troca de telhas;
- Ajustes e reparos no quadro de distribuição elétrica;
- Troca de lâmpadas, tomadas e interruptores;
- Limpeza do ralo e do copo inferior dos sifões das cozinhas e banheiros;
- Verificação de possíveis vazamentos hidráulicos;
- Limpeza de caixa d’água;
- Verificação de rejuntes e vedação em áreas molhadas (banheiros e bancadas);
- Manutenção e limpeza de torneiras, registros e chuveiro (Limpar arejadores e crivo dos chuveiros para evitar entupimento nos furos);
- Verificação de válvulas de descarga das bacias sanitárias. Regular caso esteja demorando para fechar, desperdiçando água;
- Pintura dos tetos dos banheiros;
- Lubrificação de fechaduras e dobradiças;
- Limpeza de calhas e troca de telhas;
O mais importante é ficar atento aos sinais que a casa apresenta, como manchas de umidade, maus contatos, além das contas de luz, água, gás etc. (elas não devem apresentar variações grandes).
Não esqueça de olhar na sua apólice de seguro quais desses serviços são oferecidos gratuitamente!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Plantas resistentes que embelezam e despoluem a sua casa
Pesquisas feitas pela NASA (fonte: How to grow fresh air, autor WOLVERTON, B.C.- New York: Penguin Books,1977 – www.zone10.com) mostram que algumas podem eliminar cheiros e resíduos poluentes do ar. Estas plantas reduzem dióxido de carbono, aumentam a proporção de umidade nos ambientes, diminuem a intensidade de determinados gazes nocivos e a quantidade de pó em ate 20%.
Veja alguns exemplos:
FILODENTROS, JIBÓIA E ESPADA DE SAO JORGE: removem FORMALDEIDO, que é liberado de madeira compensado, carpetes e tecidos sintéticos;
HERA, CRISANTEMO E DRACENAS: removem BENZENO (fumaça de cigarro, tintas de paredes);
FICUS BENJAMIN, LÍRIO DA PAZ, SINGONIO, CAFÉ DE SALÃO(AGLAONEMA), CLOROFITO E KALANCHOE: são filtros poderosos que extraem vários poluentes;
Vejam abaixo a lista das campeãs neste trabalho de nos ajudar na despoluição:
CRISÂNTEMO, FALSA SERINGUEIRA, HERA, FÊNIX, LÍRIO DA PAZ, DRACENA, SAMAMBAIA, DRACENA, GERBERA, ARECA, BAMBU, FIGUEIRA BEMNJAMIN, CHEFLERA GRANDE, RÁPIS, COMIGO NINGUÉM PODE, ORQUÍDEA DENDROBIO E TULIPA.
fonte : http://www.casosdecasa.com.br/
quinta-feira, 1 de março de 2012
Casa Ecológica
Em um ambiente interativo, a Casa traz dicas divididas por cômodos. Ao passar o apontador do mouse sobre cada uma das áreas, uma janela de sugestões é aberta. Clique no banheiro e você saberá como economizar água e energia elétrica. Vá então para a cozinha e veja como você pode adquirir eletrodomésticos que não ataquem a camada de ozônio. Até no cesto de lixo você aprenderá como evitar o desmatamento. Confira as dicas no site:
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
O problema das autopeças
Com as montadoras demandando elevada quantidade de autopeças e as distribuidoras sempre brigando por preço em itens de alto giro de estoque, as fabricantes tentam sobreviver, mas quem sofre é o reparador, que paga mais caro para atender ao dono do carro.
No primeiro trimestre deste ano, a CINAU (Central de Inteligência Automotiva), unidade de negócios de pesquisas do Grupo Germinal, mediu variação de preços de 6,3% na ponta da cadeia do aftermarket automotivo. Isso significa que o reparador, neste primeiro trimestre, gastou mais para exercer o ofício.
Existem muitas explicações para isso. Uma delas pode ser consequência direta do aquecimento do mercado automotivo, puxado pela alta demanda de vendas de veículos zero km. Segundo dados da Anfavea, o mês de março foi o melhor da história da indústria no Brasil, com vendas de 353,7 mil unidades e produção de 331 mil veículos.
Em relação ao mês anterior, fevereiro, foi um crescimento de 60,1% nas vendas e 32,5% na produção. Já em relação à março de 2009, o aumento de vendas foi na ordem de 30,3%, e 20,3% na produção.
Com os números de março, as montadoras brasileiras venderam 788 mil unidades no primeiro trimestre de 2010, e produziram 826,7 mil veículos no período, um crescimento de 17,9% nas vendas, em relação ao primeiro trimestre de 2009, e de 24,4% na produção.
De forma simplista, é possível dizer que as montadoras tem consumido grande parte doa produção da indústria de autopeças, que não consegue abastecer o aftermarket e, por isso, alguns itens começam a ter maior procura do que oferta. Como resultado, o preço sobe.
Fontes do mercado indicam que já começam a ficar escassos nas prateleiras das Casas de Peças de varejo e atacado produtos como embreagem, rolamentos e amortecedores. Assim, nesta linha de raciocínio, quem tem o produto cobra o quanto quiser. Como ter certeza de que 100% do que as montadoras compram vão para a linha de montagem? O quanto deste montante é destinado à reposição no balcão do concessionário? Ninguém sabe ou quer dizer.
Uma enquete feita recentemente pelo jornal Oficina Brasil revelou que para o reparador, o preço é o quarto item mais importante, em uma lista de cinco. Em primeiro lugar, vem a rapidez na entrega, em segundo, a garantia, e em terceiro, a variedade de estoque.
Oras, se preço é o quarto colocado e a rapidez na entrega é o primeiro, e se o varejo não tem para entregar e a concessionária sim, quem está com a vantagem? Neste cenário, a indústria de autopeças está trabalhando a todo vapor, vendendo tudo para a montadora, que está abastecendo linha de montagem e a o mercado de reposição via balcão do concessionário.
Onde entra o distribuidor e o varejo? Não entra, ou entra com produtos alternativos. E, uma vez que indústria como um todo está de olho no que vende mais (peças para carros populares, que são maioria no mercado de reposição), deixa para lá os produtos de maior valor agregado.
E ai, mais uma vez, quando o reparador precisa de um componente mais técnico ou uma peça para um veículo mais sofisticado, somente a encontra na concessionária, pois o varejo não acha para comprar, porque a distribuidora não tem interesse de comercializar itens de baixa liquidez e maior valor agregado, pois o que importa é a rotatividade do estoque.
Quem, então, ganha dinheiro com aftermarket? A loja de varejo ainda é considerada a principal aliada do reparador, a que melhor atende. O distribuidor é quem tem o melhor preço, mas as concessionárias já detêm 18,4% do fornecimento de autopeças para as oficinas.
Em outras palavras, o varejo trabalha para atender bem, e leva um pedaço do bolo, o distribuidor se especializou em comprar barato e vender barato, mas para isso limitou o processo aos itens de maior liquidez, então tem margem apertada; e as concessionárias nadam de braçadas, pois compram barato da montadora, que compra mais barato ainda do fabricante de autopeças, e vendem ao preço que acham mais interessante, principalmente os itens mais técnicos que as distribuidores ignoraram, pois têm baixa rotatividade de estoque e, por consequência, o varejo também não. E, como para o reparador preço vem em quarto lugar, a percepção de aumento do valor das peças faz todo sentido.
Tostines
Tal como ocorre com o biscoito, qual é o problema do aftermarket? Não tem porque não vende ou não vende porque não tem? Ambos, porque quem tem, vende. A indústria hoje é refém. Por um lado, a montadora, que ganha em preços pois se utiliza da grande demanda, e quando pode, usa a arma da importação, principalmente em momentos como o atual, de câmbio favorável. Por outro, no aftermarket, fabrica apenas o que o cliente, distribuidor, compra: peças de alto giro.
A concorrência no segmento de peças da Curva A é imenso. São na sua maioria peças de baixo valor agregado, em que centavos fazem a diferença. Quem sai prejudicado com isso? O dono do carro. E quem sai com a imagem arranhada? O reparador, que cobrou mais caro porque não tinha opção de peça para comprar, a não ser a mais cara, vendida na concessionária.
Expectativa
Com o mercado automotivo em geral aquecido, é de se esperar que 2010 seja excelente também para o aftermarket, ainda mais com a inspeção veicular ambiental na cidade de São Paulo, que tende a puxar para as oficinas um número maior de veículos que antes passavam longe da porta do reparador.
Mas, pode ser que seja excelente apenas para alguns, e nem tanto para outros. O mercado de reparação, assim como as montadoras de veículos, estão compradoras, o que na linguagem de mercado significa demandando mercadoria, produtos. Precisam se abastecer para manter a roda funcionando.
Porém, enquanto alguns elos da cadeia disputam migalhas, e ignoram o fato de que as oficinas precisam muito mais do que apenas peças de Gol ou Palio, é possível dizer que o aftermarket vive uma crise, sim, constantemente, e que uma hora, isso pode se agravar, pois ainda há elementos que não chegaram com força, mas irão aparecer, tal como já surgem nas montadoras: a importação de autopeças.
Mais concorrência
Estudo do Sindipeças apresentado durante a Automec Pesados & Comerciais, revelou um dado curioso: a indústria de autopeças nacional não tem acompanhado o ritmo de crescimento da produtividade e vendas de veículos zero km.
De acordo com o sindicato, em 2009, quando foram licenciados 3,1 milhões de veículos no País, o faturamento real de autopeças foi de R$ 69,74 bilhões. Para efeito comparativo, em 2008, quando o número de carros vendidos foi de 2,8 milhões de unidades, o faturamento da indústria de autopeças foi de R$ 74,41 bilhões.
Em outras palavras, a venda de carros cresceu, mas o faturamento das fabricantes de autopeças diminuiu. O que aconteceu? O preço na indústria caiu? Pode ser. Outra possibilidade é o aumento da importação pelas montadoras, em detrimento da indústria nacional.
Inclusive, o presidente do Sindipeças, Paulo Butori, já encaminhou para o governo Federal proposta de revisão da alíquota de importação de autopeças, numa tentativa de proteger a indústria nacional frente ao câmbio. Com o dólar a R$ 1,80, em média, é mais barato importar do que fabricar no País.
Ao que tudo indica, o Sindipeças obteve uma primeira vitória, pois dias depois, o Governo Federal anunciou algumas medidas como a redução do desconto na importação de autopeças pelas montadoras que chega a 40%. Infelizmente o governo ainda não informou de quanto será esse redutor, mas a medida tem prazo para entrar em vigor: seis meses.
Outra ação do Sindipeças para tentar frear a entrada indiscriminada de autopeças estrangeiras no país é a certificação, com a exigência de níveis mínimos de qualidade. Em qualquer país do mundo este tipo de ação é tomado, exceto aqui, salvo alguns poucos itens, como pneus e capacetes, entre outros.
Mas o que tudo isso tem a ver com o aftermarket e porque esta indústria corre perigo? Tem tudo a ver. Com a produção de veículos zero km em alta, grande parte dos fabricantes de autopeças tem voltado a produção para atender as montadoras.
Algumas já não conseguem abastecer o aftermarket tão bem quanto antes e, com o aumento da importação de peças pelas montadoras em detrimento ao produto nacional, simplesmente porque é mais vantajoso financeiramente, o nível de investimentos da indústria brasileira de autopeças será menor, e consequentemente a produção não crescerá, a oferta se manterá estável diante de uma demanda maior.
Para a montadora, pode ser que os preços não se elevem, mas na reposição sim, pois como o aumento da demanda, os preços sobem. Com preços mais atrativos no aftermarket, e com o câmbio favorável, surge um novo competidor, o importador, que antes atuava em poucos mercados, apenas onde ele via oportunidade, mas, agora a oportunidade está em todos os lugares.
Assim, é preciso ficar atento a quem realmente puxa a demanda e, muito além de saber se o reparador está consumindo, é saber o que ele tem comprado e onde. Pois se a CINAU mediu variação de preço de 6,3% na ponta da cadeia um fato é certo: as oficinas estão com os pátios ocupados com veículos que precisam de peças para realizar a manutenção e, se no varejo não tem peça, ele vai onde tem, e se precisar, paga mais caro por isso.
Se há uma crise, ela é de estratégia, porque uma parte dos atores do aftermarket está desconectada da realidade da oficina.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Desabamento
O desmoronamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro, há duas semanas, e o desabamento parcial de um edifício comercial em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, na segunda-feira (6), podem levar o mercado de seguros a criar um novo produto, que cubra esse tipo de sinistro.
Atualmente, o chamado seguro garantia cobre riscos de engenharia, entre os quais desmoronamentos ou erros de projeto, mas apenas na fase de construção do imóvel. Mas não cobre desabamentos quando o edifício já está pronto. O construtor responde por eventuais problemas ao longo dos primeiros cinco anos da edificação.
Para o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro, Amílcar Vianna, "caberia aos moradores ou proprietários dos imóveis buscar essa cobertura”.
Ele lamentou que o mercado ainda não ofereça um seguro específico para desabamentos, levando-se em conta as perdas econômicas das pessoas que tinham patrimônio nesses prédios e que, de uma hora para outra, acabam perdendo tudo. O tema está sendo discutido pelos corretores e será levado às seguradoras para que incluam esse tipo de cobertura entre os produtos ofertados.
Não há impedimento legal para que isso ocorra. Segundo Viana, "falta entendimento do segurador para ofertar esse tipo de risco, como do mercado de comprar”. Ele ainda lembrou que, há muitos anos, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) lançou cobertura ampla para seguros de condomínios, que incluíam desmoronamento. O que ocorreu é que essas coberturas elevaram o valor das apólices.
- Tanto os consumidores não compraram, porque era muito caro, como os seguradores preferiram ficar nos riscos que já conheciam: incêndio, responsabilidade civil, danos elétricos, que tradicionalmente são contratados.
Para Viana, os desabamentos no centro do Rio de Janeiro e em São Bernardo do Campo podem mostrar às empresas que há mercado para seguros contra desabamentos. E lembrou que, no século 17, o incêndio que devastou Londres foi o impulsionador desse tipo de seguro na Inglaterra
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Mulheres e crianças primeiro!
Segundo o jornal italiano Il Sole 24 Ore, o grupo Costa Crociere, proprietária do cruzeiro Costa Concordia, tem uma apólice com cobertura de 450 milhões de euros para danos na embarcação e outros US$ 3 bilhões para indenizar danos causados a passageiros e tripulantes.
Ainda segundo o Il Sole, a Generali, maior grupo segurador da Itália, informou que é apenas uma das companhias de um grupo de empresas de seguros e de resseguros responsáveis pelo contrato de seguro do grupo Costa Crociere. De acordo com a imprensa internacional, o pagamento da indenização não afetará os preços das renovações de seguros de navios de cruzeiro, uma vez que o risco está pulverizado em várias companhias.
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