A Microsoft admitiu nesta terça-feira que crackers se aproveitaram de uma
vulnerabilidade do sistema Windows para infectar computadores com o vírus
Duqu, considerado por especialistas como a próxima grande ameaça
virtual.
"Alertamos a Microsoft sobre a vulnerabilidade e eles afirmaram estar
trabalhando duro para consertá-la", afirmou a empresa americana de
cibersegurança Symantec em seu blog oficial.
O vírus começou a se espalhar nos computadores com Windows a partir de um
arquivo do Word que, quando aberto, instala o Duqu no computador.
Pesquisadores da Symantec acreditam que os crackers enviaram e-mails contando
o arquivo do Word às vítimas. O vírus seria capaz de controlar o computador
infectado, acessar a rede interna de uma empresa para se propagar, e ainda
rastrear o sistema em busca de dados.
Governos e empresas do mundo estão estudando o Duqu e deduzem que ele foi desenvolvido por crackers habilidosos para ajudar em ataques a centrais elétricas e outos serviços essenciais.
O vírus é semelhante ao Stuxnet, programa malicioso que invadiu e sabotou instalações nucleares no Irã. O Duqu foi descoberto em outubro pelo Laboratório de Criptografia e Segurança do Sistema da Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste (CrySyS/BME), que alertou a Symantec
Governos e empresas do mundo estão estudando o Duqu e deduzem que ele foi desenvolvido por crackers habilidosos para ajudar em ataques a centrais elétricas e outos serviços essenciais.
O vírus é semelhante ao Stuxnet, programa malicioso que invadiu e sabotou instalações nucleares no Irã. O Duqu foi descoberto em outubro pelo Laboratório de Criptografia e Segurança do Sistema da Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste (CrySyS/BME), que alertou a Symantec

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