Este é mais um canal de comunicação entre a Maury Lobato e seus amigos, clientes e parceiros.
segunda-feira, 25 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
O trânsito em números - Portal Brasil
O último anuário estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) traz os principais números relativos a trânsito no Brasil. Em 2009, o País registrou uma frota de 59,3 milhões de veículos e mais de 400 mil acidentes de trânsito com vítimas. A redução destes altos índices depende da gentileza e tolerância dos 51,8 milhões de condutores habilitados existentes no Brasil, e também da colaboração dos ciclistas, pedestres, e todos que utilizam as vias urbanas do País. Veja, no link abaixo, as estatísticas, de 2009, do Denatran:
terça-feira, 12 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Carrão destruído por 'Mr. Bean' custa R$ 2,8 milhões à seguradora


Em agosto de 2011, o ator Rowan Atkinson, conhecido por interpretar o personagem Mr. Bean na TV e no cinema, sofreu um acidente de carro que deixou a sua McLaren F1 praticamente destruída. Apesar do estado do veículo superpotente, Atkinson sofreu apenas um ferimento no ombro.
Atkinson dirigia à noite o carrão, na região de Cambridgeshire, quando perdeu controle do veículo, que bateu em uma árvore e um poste de luz antes de pegar fogo.
Agora, o ator já pode voltar a dirigir a máquina, comprada por ele em 1997 por cerca de 2 milhões de reais.
CONSERTO DE R$2,8 MILHÕES
O conserto do carro - um dos poucos exemplares do modelo produzido pela McLaren - custou a bagatela de R$ 2,8 milhões - o maior valor já pago por um empresa de seguro no Reino Unido pelo conserto de um automóvel. O reparo, feito por mecânicos da própria McLaren, levou mais de um ano, noticiou o "Daily Mail".
Ao contrário do personagem famoso, que dirige um compacto Mini 1000, Atkinson é amante de automóveis. Na sua garagem estão Ford Falcon, um Aston Martin V8 Zagato, um Renault 5 GT Turbo e a McLaren F1.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Seguro de boates é pouco frequente no Brasil
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O mercado de seguros para casas noturnas é pouco aquecido no Brasil, segundo especialistas. As condições que propiciaram o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), como o material usado no isolamento acústico, seriam recusadas por peritos de seguradoras, que pediriam ajustes antes de assinar os contratos.
Diante das altas exigências feitas pelas companhias do setor para fechar seus contratos de cobertura, as casas de menor porte se desinteressam, de acordo com o diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Neival Freitas. "É um seguro de difícil aceitação. Muitas vezes as empresas não têm condição de cumprir. Ou, em outros casos, não se interessam. É difícil saber", afirma.
COBERTURA ESPECÍFICAS
A exceção são as grandes casas de shows, que, além de um seguro empresarial de apólices semelhantes às praticadas em outros segmentos, procuram coberturas específicas para cada um dos eventos que realiza.
"O empresarial, que faz parte da carteira de riscos patrimoniais, cobre danos materiais provocados por incêndio, queda de raio e explosão", afirma Freitas.
O seguro de eventos faz parte da modalidade de responsabilidade civil e costuma ter valores maiores. O objetivo é proteger o público.
ANÁLISES TÉCNICAS
Entre as situações que passam por análise técnica das seguradoras estão a verificação de portas de emergência, a lotação máxima e o plano para saída das pessoas em caso de pânico.
O material utilizado na estrutura do local como isolamento acústico e divisórias, também são avaliados. São exigidos aparelhos modernos e em bom estado, de acordo com o executivo.
Fonte: Folha de S.Paulo (1/2/2013) Mercado Aberto, Maria
Cristina Frias
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Curiosidade: Cicatriz na perna reduz o prêmio
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A modelo alemã Heidi Klum, 39
anos, há alguns anos foi contratada pela empresa de cosméticos Victoria’s Secret
e ser capa da edição francesa da revista Vogue – especializada em modas. Foi
obrigada a fazer um seguro de US$ 2 milhões para suas pernas. O curioso é que
uma vale menos que a outra:
- Foi um pedido da empresa que
eu anunciava na época. Por isso, tive que ir numa companhia de seguros para que
eles examinassem minhas pernas. Como teve uma cicatriz num dos joelhos, por
conta de alguns pontos, essa perna vale menos.
Fonte: O Globo
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Como não errar na hora de contratar um seguro
Contratar um seguro sem atentar para os pontos de cobertura da apólice pode render ao consumidor fortes dores de cabeça quando for preciso acioná-lo. O maior perigo é que os riscos que precisam ser cobertos fiquem de fora da apólice. Nesse caso, o dinheiro gasto com o seguro será inútil e poderá fazer falta. Abaixo, especialistas dizem quais pontos devem ser observados com cautela:
Seguro de Automóveis
Na hora de contratar um seguro para o seu carro é crucial que o indivíduo atente para as informações relativas ao seu perfil. Se houver qualquer equívoco no perfil do segurado, a seguradora pode não cobrir o sinistro. Outra dica é que o consumidor observe os valores da franquia que deve ser paga ao acionar o seguro em caso de acidente.
Para carros populares, as franquias estão em cerca de 1.700 reais, enquanto que, o seguro em si, pode valer 1.000 reais. Ainda, se o consumidor optar por uma franquia reduzida em 50%, ele irá pagar entre 10% e 15% a mais para a seguradora.
E para aqueles que compram automóveis com parcelas a perder de vista, a recomendação é que a cobertura seja feita num valor mais alto que o valor do automóvel pela tabela Fipe. Caso contrário, se a pessoa comprou um carro em 60 vezes e precisar acionar o seguro numa situação de perda total, ele será indenizado com o valor integral do veículo pela tabela Fipe, mas continuará com saldo devedor devido aos juros embutidos no empréstimo.
O mesmo vale na hora de contratar seguro para terceiros. Ou seja, se um segurado se envolve num acidente com um carro que vale 70.000 reais e a apólice prevê a cobertura de apenas 30.000 reais, por exemplo, os outros 40.000 vão sair do bolso do indivíduo. E para garantir que todas as despesas sejam devidamente garantidas pelo seguro, a dica é que o consumidor contrate uma apólice para terceiros com valores mais altos. Se você aumenta essa cobertura para 70.00 reais, o valor anual do seguro irá aumentar em cerca de 80 reais.
Seguro Residencial
Seguros para residências tendem a ter baixos índices de sinistralidade, mas é muito importante que o consumidor fique atento aos termos do contrato para saber que tipo de assistência está contratada ou não. O seguro residencial ainda não tem grande procura, mas isso vem aumentando à medida que desastres naturais têm se tornado mais freqüentes.
É importante avaliar quais eventualidades causadas por intempéries climáticas são passíveis de cobertura da apólice em questão. Quem mora em apartamento e não tem carro, por exemplo, não precisa fazer segundo contra enchente, por exemplo. Já coberturas contra incêndio ou vendavais são consideradas básicas e sempre devem estar previstas nos contratos.
Já a cobertura contra roubo de bens é um ponto importante no contrato de um seguro de residência apesar de encarecer o preço final da apólice. No cálculo do valor de um seguro residencial que garanta essa cobertura, estima-se que os bens do imóvel valham cerca de 5% de seu valor integral. Uma casa de 1 milhão de reais, portanto, pode ter o equivalente a 5% do valor do imóvel em bem. Na ponta do lápis, isso pode encarecer a apólice em cerca de 335 reais por ano.
Seguro de Vida
Garantia financeira para aqueles que dependem de uma pessoa, o seguro de vida pode contar com diversas configurações e modalidades. Algumas dicas, no entanto, são imprescindíveis na hora de fechar um contrato com uma seguradora.
Um dos erros mais comuns cometidos por pessoas na hora de assinar um contrato de seguro de vida é não checar se a cobertura prevê morte acidental, natural ou ambas. Alguns contratos asseguram a cobertura em morte acidental, mas não natural, e vice-versa.
É imprescindível prestar atenção nos termos da cobertura e alertar familiares e beneficiários dos pontos passíveis de cobertura da apólice do seguro de vida. Infelizmente, existem os que não informam os parentes que o seguro cobre serviços funerários. Na ocasião de uma eventualidade, a família, sem saber, pode ter um sério gasto que poderia ter sido coberto pela apólice.
Planos de Saúde
No caso dos planos de saúde, é possível fazer boas escolhas na hora de assinar o contrato com um plano de saúde e economizar um bom dinheiro com isso. Nunca é demais alertar, no entanto, para outros pontos importantes que podem poupá-lo de dores de cabeça. Um deles é checar antes com o seu médico de qual rede credenciada ele faz parte. A partir daí, você pode buscar, entre os planos atendidos, quais estão dentro da sua condição financeira.
A carência do plano é um dos termos contratuais que mais podem trazer problemas caso não fique claro para o consumidor quais os prazos previstos para que alguns tratamentos estejam cobertos. De acordo com a ANS [Agência Nacional de Saúde Complementar], todos os planos devem cumprir, no máximo, seis meses de carência. No caso de doenças pré-existentes, esse período sobe para dois anos.
Prestar atenção ao período de carência também é dica importante para gestantes - ainda mais as de primeira viagem. A carência para as gestantes é de dez meses. Portanto, se o plano foi contratado dentro dessa janela, a mulher até poderá fazer uso ara alguns exames e atendimentos médicos. Já na hora mais importante, a do parto, ela terá de arcar com as despesas de uma maternidade particular ou utilizar os serviços da rede pública de saúde.
fonte: Revista Exame
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Indústrias de autopeças não produzem o suficiente no Brasil
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Quem tem carro sabe: está cada
vez mais difícil achar peças de reposição. Faltam peças para suprir a fabricação
de carros e fazer estoque.
Um problema para o consumidor. Quem tem carro
sabe: está cada vez mais difícil achar peças de reposição. Uma batida leve e uma
dor de cabeça por tempo indeterminado:
- Eu gostaria muito de reparar a
minha lanterna, mas o prazo de entrega dela eram três meses. Passou um ano e eu
acabei não trocando -, afirma Mariana Ribeiro, estudante.
Ninguém gosta de ficar muito
tempo sem poder dirigir o próprio carro, mas às vezes um defeito em uma única
pecinha pode manter o veículo parado por dias ou até meses em uma oficina, tempo
necessário para localizar a peça no mercado brasileiro ou até na fábrica no país
de origem.
LONGA ESPERA
Em uma oficina de Fortaleza,
carros importados chegam a passar dois meses a espera de uma peça. No Recife,
peças de funilaria e acabamento, como retrovisores e para-lamas, podem demorar
até um ano para chegar. O problema também atinge a parte mecânica. Para o
cliente não ficar com carro parado, um comerciante passou a fabricar algumas
peças.
Segundo a Federação Nacional da
Distribuição de Veículos Automotores, 5,5 milhões de veículos foram emplacados
só no ano passado. Para o presidente da Fenabrave no Ceará, as indústrias de
autopeças precisam produzir o suficiente para suprir a fabricação de carros e
ainda fazer estoque para reposição.
“Sem dúvida nenhuma o
crescimento da indústria de autopeças não está compatível ainda com o
crescimento da indústria de automóveis, as montadoras”, afirma Fernando
Pontes.
Fonte: Bom dia Brasil - Rede
Globo
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Como não colocar em risco o seu seguro
Informações erradas fornecidas às seguradoras podem comprometer o pagamento da indenização. Saiba como não cometer esse erro
O mercado de seguros é um dos que mais crescem no Brasil. Os números do faturamento do setor já ultrapassam a marca de R$ 82,7 bilhões e evoluem, a cada ano, sempre acima de dois dígitos. A expansão do total de segurados tem coincidido com o aumento da incidência de problemas para o pagamento das indenizações. Equívocos no preenchimento da apólice, por exemplo, podem resultar no não recebimento do dinheiro. Há também casos de erros intencionais, que podem configurar crime. “A fraude ocorre quando o cliente tenta obter um benefício que não está determinado no contrato”, diz Julio Avellar, superintendente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). A seguir, descubra quais são os erros mais comuns e saiba como evitá-los.







Fontes:ISTO É, Julio Avellar, superintendente da Central de Proteção ao Seguro da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
10 dicas para salvar seu carro de
enchentes e alagamentos:
10 dicas para salvar seu carro de enchentes e
alagamentos:
1. Caso o motor morra durante a travessia do
alagamento, não tente dar a partida. Mantenha-o desligado e remova o veículo até
uma oficina. Essa prática reduz o risco de danos no motor por calço hidráulico,
uma vez que tentar ligar o carro novamente pode levá-lo a admitir a entrada de
água.
2. Observe a altura do nível da água do trecho
alagado. A maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas
travessias, que normalmente vai até o centro da roda.
3. Dirija em baixa velocidade, mantendo uma
rotação maior e mais constante ao motor, em torno de 2.500 rotações por minuto
(RPM). Isso diminui a variação do nível da água do lado de fora e os respingos
junto ao motor, dificultando a admissão indevida de água e a contaminação dos
componentes eletroeletrônicos.
4. Carros de transmissão automática devem ter a
mudança de marchas feita manualmente, por meio da escolha da posição “1”. Dessa
forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma
rotação maior ao motor. Também é possível alternar a troca de marchas entre “N”
e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado,
sem descuidar da rotação do motor, que deve ficar em torno de 2.500 RPM.
5. Em carros automáticos que oferecem ajuste de
tração (“WINTER” ou “SNOW”), esta opção pode ser utilizada para alagamentos,
pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor. Sua
função, originalmente, é conferir maior segurança em trechos de baixa aderência,
como neve ou lama, evitando que o carro patine.
6. Sintomas como aumento de esforço ao esterçar
(direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de
instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da
injeção eletrônica, bateria e ABS acesos, aumento do esforço ao acionar os
freios e interrupção do funcionamento da tração 4X4 (em veículos a diesel)
costumam ser causados pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as
respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo
(veículos a diesel). Essa perda de aderência normalmente é passageira e não
impede a dirigibilidade. Reforce a cautela e mantenha o menor número possível de
equipamentos ligados.
7. Desligue o ar condicionado para reduzir o
risco de calço hidráulico. Isso impede que alguns componentes joguem água na
tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes,
apresentam mais risco de sofrer calço hidráulico.
8. Após passar por um alagamento mais sério,
faça preventivamente um check-up, para corrigir possíveis alterações do sistema
de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como
maus contatos, mas que podem vir a gerar grandes transtornos.
9. Depois de enfrentar uma inundação, solicite,
em uma oficina, a avaliação de itens que podem ter sofrido problemas: cânister,
óleo de transmissão, eixos diferenciais, embreagem, suspensão e freios.
10. Caso o carro passe por sucessivos
alagamentos, faça uma limpeza no sistema de ventilação, que pode ficar
contaminado por fungos e outros micro-organismos.
FONTE: EXAME
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
| BIZARRO: Provadora de papinha para bebê faz seguro de R$ 3,3 milhões para língua |
A inglesa Beth Anderson, 24, pode ter um seguro de até 1 milhão de libras (cerca de R$ 3,3 milhões) para sua língua.
Ela trabalha como "testadora" de papinhas para bebês de até 10 meses de idade e imita a dieta de uma criança para proteger sua língua, que é dez vezes mais sensível que a língua de um adulto normal.
Esse "talento" permite que ela identifique a mais sutil mudança nos sabores das papinhas e diga qual receita vai ser adorada pelos bebês.
Beth não usa perfume, evita tomar café e chá, colocar muito sal na comida e bebe dois litros de água por dia para limpar o paladar, diz nota do The Mirror. Tudo isso para que não haja interferência no seu trabalho, na empresa Cow and Gate.
Estima-se que ela prove cerca de 500 papinhas por ano e isso é tão vital para a empresa que os chefes aceitaram o valor salgado do seguro.
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