Não cole adesivos no seu carro que demonstrem vínculos com faculdades, família, amigos, etc.
É uma medida de segurança simples para evitar que criminosos decorem trajetos e utilizem estas informações contra você.
Este é mais um canal de comunicação entre a Maury Lobato e seus amigos, clientes e parceiros.

Com essas informações, o consumidor pode comparar, na hora da compra, dois modelos de veículos que lhe interessam. A tendência é que os modelos com melhor classificação no ranking também tenham valores de seguro mais vantajosos, já que o custo do reparo é utilizado como base para a tarifação de preços pelas seguradoras. ABAIXO, SEGUE LINK PARA OS ÍNDICES DE ABRIL: | ||||


Em agosto de 2011, o ator Rowan Atkinson, conhecido por interpretar o personagem Mr. Bean na TV e no cinema, sofreu um acidente de carro que deixou a sua McLaren F1 praticamente destruída. Apesar do estado do veículo superpotente, Atkinson sofreu apenas um ferimento no ombro.
Atkinson dirigia à noite o carrão, na região de Cambridgeshire, quando perdeu controle do veículo, que bateu em uma árvore e um poste de luz antes de pegar fogo.
Agora, o ator já pode voltar a dirigir a máquina, comprada por ele em 1997 por cerca de 2 milhões de reais.
CONSERTO DE R$2,8 MILHÕES
O conserto do carro - um dos poucos exemplares do modelo produzido pela McLaren - custou a bagatela de R$ 2,8 milhões - o maior valor já pago por um empresa de seguro no Reino Unido pelo conserto de um automóvel. O reparo, feito por mecânicos da própria McLaren, levou mais de um ano, noticiou o "Daily Mail".
Ao contrário do personagem famoso, que dirige um compacto Mini 1000, Atkinson é amante de automóveis. Na sua garagem estão Ford Falcon, um Aston Martin V8 Zagato, um Renault 5 GT Turbo e a McLaren F1.
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O mercado de seguros para casas noturnas é pouco aquecido no Brasil, segundo especialistas. As condições que propiciaram o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), como o material usado no isolamento acústico, seriam recusadas por peritos de seguradoras, que pediriam ajustes antes de assinar os contratos.
Diante das altas exigências feitas pelas companhias do setor para fechar seus contratos de cobertura, as casas de menor porte se desinteressam, de acordo com o diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Neival Freitas. "É um seguro de difícil aceitação. Muitas vezes as empresas não têm condição de cumprir. Ou, em outros casos, não se interessam. É difícil saber", afirma.
COBERTURA ESPECÍFICAS
A exceção são as grandes casas de shows, que, além de um seguro empresarial de apólices semelhantes às praticadas em outros segmentos, procuram coberturas específicas para cada um dos eventos que realiza.
"O empresarial, que faz parte da carteira de riscos patrimoniais, cobre danos materiais provocados por incêndio, queda de raio e explosão", afirma Freitas.
O seguro de eventos faz parte da modalidade de responsabilidade civil e costuma ter valores maiores. O objetivo é proteger o público.
ANÁLISES TÉCNICAS
Entre as situações que passam por análise técnica das seguradoras estão a verificação de portas de emergência, a lotação máxima e o plano para saída das pessoas em caso de pânico.
O material utilizado na estrutura do local como isolamento acústico e divisórias, também são avaliados. São exigidos aparelhos modernos e em bom estado, de acordo com o executivo.
Fonte: Folha de S.Paulo (1/2/2013) Mercado Aberto, Maria
Cristina Frias
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A modelo alemã Heidi Klum, 39
anos, há alguns anos foi contratada pela empresa de cosméticos Victoria’s Secret
e ser capa da edição francesa da revista Vogue – especializada em modas. Foi
obrigada a fazer um seguro de US$ 2 milhões para suas pernas. O curioso é que
uma vale menos que a outra:
- Foi um pedido da empresa que
eu anunciava na época. Por isso, tive que ir numa companhia de seguros para que
eles examinassem minhas pernas. Como teve uma cicatriz num dos joelhos, por
conta de alguns pontos, essa perna vale menos.
Fonte: O Globo
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Quem tem carro sabe: está cada
vez mais difícil achar peças de reposição. Faltam peças para suprir a fabricação
de carros e fazer estoque.
Um problema para o consumidor. Quem tem carro
sabe: está cada vez mais difícil achar peças de reposição. Uma batida leve e uma
dor de cabeça por tempo indeterminado:
- Eu gostaria muito de reparar a
minha lanterna, mas o prazo de entrega dela eram três meses. Passou um ano e eu
acabei não trocando -, afirma Mariana Ribeiro, estudante.
Ninguém gosta de ficar muito
tempo sem poder dirigir o próprio carro, mas às vezes um defeito em uma única
pecinha pode manter o veículo parado por dias ou até meses em uma oficina, tempo
necessário para localizar a peça no mercado brasileiro ou até na fábrica no país
de origem.
LONGA ESPERA
Em uma oficina de Fortaleza,
carros importados chegam a passar dois meses a espera de uma peça. No Recife,
peças de funilaria e acabamento, como retrovisores e para-lamas, podem demorar
até um ano para chegar. O problema também atinge a parte mecânica. Para o
cliente não ficar com carro parado, um comerciante passou a fabricar algumas
peças.
Segundo a Federação Nacional da
Distribuição de Veículos Automotores, 5,5 milhões de veículos foram emplacados
só no ano passado. Para o presidente da Fenabrave no Ceará, as indústrias de
autopeças precisam produzir o suficiente para suprir a fabricação de carros e
ainda fazer estoque para reposição.
“Sem dúvida nenhuma o
crescimento da indústria de autopeças não está compatível ainda com o
crescimento da indústria de automóveis, as montadoras”, afirma Fernando
Pontes.
Fonte: Bom dia Brasil - Rede
Globo
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